Hoje (26/05) às 19:30h ocorreu no Auditório da Escola Federal (IFSP), no Jardim Casqueiro, mais um debate sobre a tentativa de implantação de um equipamento portuário na Ilha do Tatu, na cidade de Cubatão/SP. O encontro contou com a presença do representante da APS-Autoridade Portuária de Santos, Sidney Aranha, da Prefeitura Municipal de Cubatão, Pedro de Sá, e do Instituto Manguezal Vivo, Thais Emidio, e demais representantes de diversos segmentos da sociedade organizada que opinaram Por que instalar esse equipamento?







Quando foi aberta fala para o público, diversos pontos foram levantados.

Uma pessoa fez a comparação de um fato pequeno que causa grande impacto compartilhando um fato pessoal: Disse que conversou com alguns pescadores do bairro Jardim Casqueiro, que disseram que, não conseguem mais pescar pq uma pessoa tem o hábito de recolher os crustáceos e assim os peixes não vêm.

Outra pessoa alegou a questão dos consórcios que se criam para empreender e depois se dissolvem. Como apurar a responsabilidade posteriormente?

O vice presidente da Someca-Sociedade de Melhoramentos do Casqueiro e região, Leandro Araújo disse que “Não podemos ter que escolher entre emprego ou Meio Ambiente. Foi assim que Cubatão virou Vale da Morte”.

Sidney Aranha, que fez antes uma breve apresentação do projeto, em sua fala enfatizou a necessidade de chamar para esse debate outros atores como a Cetesb e a empresa/consórcio que vai construir. E foi incisivo: Se a população não quiser não tem empreendimento.

Pedro de Sá, ao ser indagado sobre o que a Prefeitura de Cubatão está fazendo, falou que diversas interpelações aos órgãos competentes são feitos. Estudos sobre a 3ª Pista da Imigrantes, melhorar os gatilhos de contenção contra excesso de veículos e sistema de comunicação mais efetivo são alguns exemplos. E deixou claro que a Prefeitura de Cubatão é contra, inclusive com manifestação pública do Prefeito da cidade.
Por fim a representante do Instituto Manguezal Vivo fez um resumo das falas e disse que o representante da APS não respondeu a contento, bem como o representante da Prefeitura de Cubatão.

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