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Vila Esperança tem pouco mais de 19.000 moradores

Levantamento SOCIOECONÔMICO foi feito entre maio e outubro de 2023


Entre os meses de Maio e Outubro de 2023, a Prefeitura de Cubatão, por meio de sua Secretaria de Habitação, realizou o diagnóstico social completo da Vila Esperança revelando que o bairro tem 19.283 moradores (número aproximado), 8.801 edificações incluindo unidades residenciais, comerciais, mistas, vagas ou fechadas, e institucionais, agrupadas em 14 setores inseridos em 7 núcleos que são: núcleo do Imigrantes, da Vila Esperança 2, do Morro do Índio, do Sítio Novo, da Ilha Bela, da Vila Esperança 1 e o núcleo D. Pedro/Vila Caic.

Importante salientar que foi realizada a selagem e o cadastro de 8.801 edificações, das quais, 7.898 unidades ocupadas com moradores, em 7.269 foi realizado o cadastro e em 629 os moradores não foram encontrados durante o período da pesquisa apesar de inúmeras tentativas e retorno dos pesquisadores na residência.

PERFIL DAS FAMÍLIAS:

Das 7.269 unidades residenciais cadastradas, 3.262 (44,9%) abrigam de 2 a 3 moradores, enquanto em 2.604 (35,8%) reside apenas um morador. Quando questionadas sobre o local de origem antes de se estabelecerem na Vila Esperança, 83,8% das famílias relataram que moravam em alguma área de Cubatão. O auge do movimento migratório para a Vila Esperança ocorreu entre as décadas de
1990 e 2000, abrangendo 52,8% (3.837) das famílias entrevistadas.

Em relação às famílias cadastradas no CadÚnico, 2.492 moradores declararam possuir o cadastro, e, dentre o total de famílias cadastradas, 19,9% recebem algum benefício social. Entre as 1.697 famílias que recebem algum benefício, 92,9% citam o Bolsa Família e outros 5,9% receberam BPC/Loas.

Das famílias cadastradas, 54% têm a mulher como responsável familiar.

A escolaridade predominante do chefe de família é o ensino médio completo e incompleto, representando 52% do total de responsáveis. Ao analisar a idade do responsável familiar, a maioria (63,9%) está na faixa etária entre 30 e 59 anos, enquanto 13,8% dos responsáveis são pessoas idosas. A maioria das famílias não possuem convênio médico, ou seja, 85,6%.

Serviços ou demandas sociais eles sentem mais falta:

Dentre as diversas opções abordadas na pesquisa, as mais mencionadas foram a área de lazer, com 48,9%, e a pavimentação, com 45,9%. Destaca-se ainda cinco serviços de infraestrutura urbana que
aparecem com 27,5% a 45,0% das citações: Rede de água e esgoto (45,0%), UBS (37,9%),
Limpeza Urbana (34,9%), Iluminação pública (28,1%) e Transporte público (27,5%).

FORNECIMENTO DE ENERGIA:

Do total de 7.715 edificações, 4.651 utilizam “rabichos” como forma de acesso ao serviço. Apenas 2.428 são atendidas pela CPFL Energia. Aproximadamente 1.040 pessoas informaram não ter acesso à energia elétrica, que corresponde a 497 edificações residenciais ocupadas.

ABASTECIMENTO DE ÁGUA:

41,4% das edificações utilizam os serviços da SABESP, enquanto outras 3.619 (46,9% das edificações) são abastecidas por “rabicho” que atende 7.792 pessoas (45,9% do total) residentes na Vila Esperança.

COLETA DE ESGOTO:

A coleta de esgoto realizada pela SABESP abrange 238 edificações (3,1% do total), enquanto outras 6.701 edificações (ou 86,9%) têm o esgoto escoado para o rio, córrego, vala ou mangue. Do total da população cadastrada, composta por 16.468 pessoas, 96,9% não têm acesso ao benefício de uma rede de esgotamento sanitário.

PRODUÇÃO DE LIXO:

O lixo produzido em 6.405 (83,0%) edificações residenciais cadastradas é depositado em caçambas coletivas e em 1.225 (15,9%) edificações a coleta é realizada de forma regular. Em contrapartida, em 85 edificações (1,1% do total), o lixo é descartado diretamente no rio, mangue ou lançado em terrenos.


O Núcleo Vila Esperança, fica ao longo dos trilhos da antiga estrada de ferro Santos-Jundiaí, entre o Bairro Vila Natal e Rodovia dos Imigrantes. Segundo o diagnóstico, os moradores mais antigos da Vila Esperança revelaram que o nome do bairro surge inspirado em um inseto semelhante aos grilos e gafanhotos, chamados de esperanças. Dados de pesquisas históricas apontam que os primeiros registros de ocupação na área datam da década de 1940.

As características dos imóveis também foram levantadas para saber se as edificações têm sala, cozinha, dormitórios, piso, etc. São mais de 100 páginas de muita informação.

No dia 14/03 ocorreu uma apresentação oficial dos resultados.

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Comentários

Má conservação de Prédio Público - TPC Notícias

12 de Mar 2024 - 19h18

[…] Vila Esperança tem pouco mais de 19.000 moradores […]

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